Avaliação
ECOTOXICOLOGIA
Carga Horária: 60
Créditos: 4
Obrigatória: Não
EMENTA
Esta disciplina abordará a questão da toxicologia em seres humanos e em ecossistemas,
incluindo discussões sobre a fisiologia e a ação de substâncias tóxicas em organismos; efeitos
deletérios decorrentes da interação entre os toxicantes. Primeiramente, serão discutidas questões
sobre as vias de exposição humana a substâncias tóxicas e a diferenciação da toxicidade destes
poluentes de acordo com a via de exposição e com as condições do meio. Serão trabalhos
exemplos dedicados a Geologia médica, realizando simulações de cenários e conseqüentes riscos
à saúde humana devido a exposição ambiental.
A toxicologia de ecossistemas aquáticos e terrestres também será abordada, incluindo
noções básicas sobre esses ecossistemas e seus organismos. Serão abordadas questões relevantes
sobre o uso de biomarcadores e testes de toxicidade, como também a definição de critérios para
escolha de bioindicadores para a avaliação da toxicidade relacionada a exposição ambiental.
Serão discutidos os padrões de qualidade e o cenário atual de áreas degradadas no país, tendo por
fim a simulação de avaliações de risco ecológico, metodologia mais utilizada para gestão
ambiental de recursos naturais.
OBJETIVOS
Objetivo geral
O objetivo geral da disciplina é desenvolver / gerar conhecimento ao pós-graduando sobre a
toxicologia humana e ecológica, bem como relacionar a exposição ambiental a efeitos na população
humana, através dos conceitos de Geologia Médica. Gerar conhecimento sobre como utilizar
ferramentas importantes da toxicologia para os estudos de saúde ambiental aquática e terrestre.
METODOLOGIA
O conteúdo será abordado sob a forma de aulas expositivas dialogadas e discussões
orientadas com os seguintes procedimentos e recursos: exposições orais, aulas teórico-práticas,
trabalhos individuais, consultas à bibliografia especializada, textos e vídeos. Para a simulação de
cenários em avaliação de risco, serão realizadas aulas práticas em sala de aula com utilização de
softwares, em especial o software livre disponibilizado pela CETESB.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO, F. A.; CHASIN, A. A. da M. As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Paulo:
Rima; Intertox, 2003.
CASTILHOS, Z.C.; CASTRO, A.M.; RAMOS, A.S.; LIMA, C.A.; RODRIGUES, A. P. C.
Avaliação de risco à saúde humana: conceitos e metodologia. Rio de Janeiro: Editora do
Centro de Tecnologia Mineral, 2005.
EUROPEAN COMMISSION HEALTH & CONSUMER PROTECTION DIRECTORATE-
GENERAL. Guidance Document on Terrestrial Ecotoxicology Under Council Directive
91/414/EEC. SANCO/10329/2002 rev 2 final, 17 October 2002.
HOFFMAN, D. J. Handbook of Ecotoxicology. Lewis Publishers, 2ed., 2003. 1290 p.
NASCIMENTO, I. A.; SOUSA, E. C. P. M.; NIPPER, M. Métodos em ecotoxicologia marinha
– aplicações no Brasil. Editora Artes Gráficas e Indústria Ltda., São Paulo, 262p, 2002.
RODRIGUES, A. P. C.; CASTILHOS, Z. C.; CESAR, R. G.; ALMOSNY, N.R.P.; LINDE-
ARIAS, A.R.; BIDONE, E.D. Avaliação de risco ecológico: conceitos básicos, metodologia e
estudo de caso. Rio de Janeiro: Editora do Centro de Tecnologia Mineral, 2011.
USEPA – United States Environmental Protection Agency. Guidelines for ecological risk
assessment. EPA/630/R-95/002F. Federal Register, v.63, n.93, p.26846-26924, 1998.
USEPA – United States Environmental Protection Agency. Risk Assessment Guidance for
Superfund, 1989. V.I: Human Health Evaluation Manual.
USEPA – United States Environmental Protection Agency. Risk assessment guidance for
superfund. Vol I: Human Health Evaluation Manual, 1989.
ZAGATTO, P. A.; BERTOLLI, P. Ecotoxicologia aquática - princípios e aplicações. Editora
RIMA, São Carlos, 478p, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABNT NBR ISO 11267. Qualidade do solo – Inibição da reprodução de Collembola
(Folsomia cândida) por poluentes do solo. 2011.
ABNT NBR ISO 11269-2. Qualidade do solo – Determinação dos efeitos de poluentes na
flora terrestre. Parte 2. Efeitos de substâncias químicas na emergência e no crescimento de
vegetais superiores. 2009.
ABNT NBR ISO 15537. Ecotoxicologia terrestre – Ecotoxicidade aguda – Método de ensaio
com minhocas. 2007.
ABNT NBR ISO 17512-1. Qualidade do solo – Ensaio e fuga para avaliar a qualidade de
solos e efeitos de substâncias químicas no comportamento. Parte 1: Ensaio com minhocas
(Eisenia fetida e Eisenia andrei). 2011.
BAIRD, C.; CANN, M.; GRASSI, M. T. Química Ambiental. 4a Ed. Editora Artmed. 2011.
844p.
CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução 344, de 25 de março de 2004.
Dispõe sobre as diretrizes gerais e os procedimentos mínimos para a avaliação do material a ser
dragado em águas jurisdicionais brasileiras, e dá outras providências, 2004.
CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução 357, de 17 de março de 2005.
Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu
enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá
outras providências, 2005.
ESTEVES, F. de A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 1998.
PEREIRA, R. C.; GOMES, A. S. Biologia Marinha. Rio de Janeiro: Interciência, 2002, 382p.
VOLTAR
Nome da Disciplina: ECOTOXICOLOGIA
Carga Horária: 60
Créditos: 4
Obrigatória: Não
EMENTA
Esta disciplina abordará a questão da toxicologia em seres humanos e em ecossistemas,
incluindo discussões sobre a fisiologia e a ação de substâncias tóxicas em organismos; efeitos
deletérios decorrentes da interação entre os toxicantes. Primeiramente, serão discutidas questões
sobre as vias de exposição humana a substâncias tóxicas e a diferenciação da toxicidade destes
poluentes de acordo com a via de exposição e com as condições do meio. Serão trabalhos
exemplos dedicados a Geologia médica, realizando simulações de cenários e conseqüentes riscos
à saúde humana devido a exposição ambiental.
A toxicologia de ecossistemas aquáticos e terrestres também será abordada, incluindo
noções básicas sobre esses ecossistemas e seus organismos. Serão abordadas questões relevantes
sobre o uso de biomarcadores e testes de toxicidade, como também a definição de critérios para
escolha de bioindicadores para a avaliação da toxicidade relacionada a exposição ambiental.
Serão discutidos os padrões de qualidade e o cenário atual de áreas degradadas no país, tendo por
fim a simulação de avaliações de risco ecológico, metodologia mais utilizada para gestão
ambiental de recursos naturais.
OBJETIVOS
Objetivo geral
O objetivo geral da disciplina é desenvolver / gerar conhecimento ao pós-graduando sobre a
toxicologia humana e ecológica, bem como relacionar a exposição ambiental a efeitos na população
humana, através dos conceitos de Geologia Médica. Gerar conhecimento sobre como utilizar
ferramentas importantes da toxicologia para os estudos de saúde ambiental aquática e terrestre.
METODOLOGIA
O conteúdo será abordado sob a forma de aulas expositivas dialogadas e discussões
orientadas com os seguintes procedimentos e recursos: exposições orais, aulas teórico-práticas,
trabalhos individuais, consultas à bibliografia especializada, textos e vídeos. Para a simulação de
cenários em avaliação de risco, serão realizadas aulas práticas em sala de aula com utilização de
softwares, em especial o software livre disponibilizado pela CETESB.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO, F. A.; CHASIN, A. A. da M. As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Paulo:
Rima; Intertox, 2003.
CASTILHOS, Z.C.; CASTRO, A.M.; RAMOS, A.S.; LIMA, C.A.; RODRIGUES, A. P. C.
Avaliação de risco à saúde humana: conceitos e metodologia. Rio de Janeiro: Editora do
Centro de Tecnologia Mineral, 2005.
EUROPEAN COMMISSION HEALTH & CONSUMER PROTECTION DIRECTORATE-
GENERAL. Guidance Document on Terrestrial Ecotoxicology Under Council Directive
91/414/EEC. SANCO/10329/2002 rev 2 final, 17 October 2002.
HOFFMAN, D. J. Handbook of Ecotoxicology. Lewis Publishers, 2ed., 2003. 1290 p.
NASCIMENTO, I. A.; SOUSA, E. C. P. M.; NIPPER, M. Métodos em ecotoxicologia marinha
– aplicações no Brasil. Editora Artes Gráficas e Indústria Ltda., São Paulo, 262p, 2002.
RODRIGUES, A. P. C.; CASTILHOS, Z. C.; CESAR, R. G.; ALMOSNY, N.R.P.; LINDE-
ARIAS, A.R.; BIDONE, E.D. Avaliação de risco ecológico: conceitos básicos, metodologia e
estudo de caso. Rio de Janeiro: Editora do Centro de Tecnologia Mineral, 2011.
USEPA – United States Environmental Protection Agency. Guidelines for ecological risk
assessment. EPA/630/R-95/002F. Federal Register, v.63, n.93, p.26846-26924, 1998.
USEPA – United States Environmental Protection Agency. Risk Assessment Guidance for
Superfund, 1989. V.I: Human Health Evaluation Manual.
USEPA – United States Environmental Protection Agency. Risk assessment guidance for
superfund. Vol I: Human Health Evaluation Manual, 1989.
ZAGATTO, P. A.; BERTOLLI, P. Ecotoxicologia aquática - princípios e aplicações. Editora
RIMA, São Carlos, 478p, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABNT NBR ISO 11267. Qualidade do solo – Inibição da reprodução de Collembola
(Folsomia cândida) por poluentes do solo. 2011.
ABNT NBR ISO 11269-2. Qualidade do solo – Determinação dos efeitos de poluentes na
flora terrestre. Parte 2. Efeitos de substâncias químicas na emergência e no crescimento de
vegetais superiores. 2009.
ABNT NBR ISO 15537. Ecotoxicologia terrestre – Ecotoxicidade aguda – Método de ensaio
com minhocas. 2007.
ABNT NBR ISO 17512-1. Qualidade do solo – Ensaio e fuga para avaliar a qualidade de
solos e efeitos de substâncias químicas no comportamento. Parte 1: Ensaio com minhocas
(Eisenia fetida e Eisenia andrei). 2011.
BAIRD, C.; CANN, M.; GRASSI, M. T. Química Ambiental. 4a Ed. Editora Artmed. 2011.
844p.
CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução 344, de 25 de março de 2004.
Dispõe sobre as diretrizes gerais e os procedimentos mínimos para a avaliação do material a ser
dragado em águas jurisdicionais brasileiras, e dá outras providências, 2004.
CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução 357, de 17 de março de 2005.
Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu
enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá
outras providências, 2005.
ESTEVES, F. de A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 1998.
PEREIRA, R. C.; GOMES, A. S. Biologia Marinha. Rio de Janeiro: Interciência, 2002, 382p.